Gratidão e “sorte”: fotógrafa de Muriaé (MG) fala sobre registro de bebês empelicados

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Até o início de 2023, a jornalista e fotógrafa de Muriaé (MG), Ludmila Gusman, não tinha presenciado um parto empelicado em nove anos de trabalho. É quando o bebê nasce ainda protegido pela bolsa amniótica. Estima-se que isso ocorra em um a cada 80 mil partos.

Em janeiro, uma foto feita por ela viralizou e até ganhou prêmio internacional. Agora em julho, Ludmila Gusman viveu novamente este momento – e o mais incrível – duas vezes. Na imagem que abre esta reportagem, o registro do nascimento de Mathias em julho.

“É a sensação de realização e, principalmente de gratidão, é o que eu guardo dentro do meu coração. Esse registro empelicado é um parto raro. A gente sabe disso. A equipe médica sabe disso. Nesse ano de 2023, eu estou dando essa sorte, vamos dizer assim, de conseguir nos partos que eu esteja, esses bebês nascerem dentro da bolsa. Nos dois últimos foram 100% empelicados”, contou.

Ludmila Gusman destacou que sempre estuda, atuando com profissionalismo e a dedicação ao trabalho. Ela contou como foram os dois registros de nascimentos empelicados. Ouça a entrevista dela à Itatiaia.


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